Mil, seiscentas e noventa e três páginas, muitas horas de leitura, de dia, de noite, de madrugada, pulando refeições e enfim, há pouco cheguei ao final da tetralogia de Elena Ferrante.
Livros são experiências muito pessoais, e vão despertar amor, ódio ou indiferença de acordo com o eco que encontram no coração e na alma do leitor.
Estou feliz pela conclusão, mas aos prantos, antecipando a saudade de tão fantástica prosa. Saudade das amigas Lila e Lenu, tão reais que as poderia convidar para num café ouvir suas histórias. Como os personagens dos filmes, os dos livros também não precisam de nosso julgamento. São asas para voos inesquecíveis...

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