Numa manhã de domingo sem alarde, meu pai se foi. E eu fico aqui pensando: O que ele verá agora? Encontrará os filósofos que ele tanto admirava? Tocará violão para uma platéia angelical? Não conheço bem os mistérios da morte, mas fico daqui lembrando dele e torcendo para que esteja em paz. Obrigado meu pai, por tudo que me ensinou e me proporcionou nesta vida. Um beijo, com carinho.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
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Devorando
Mil, seiscentas e noventa e três páginas, muitas horas de leitura, de dia, de noite, de madrugada, pulando refeições e enfim, há pouco c...
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