domingo, 21 de agosto de 2011

Na telinha da TV

Hoje me deu vontade de partilhar os filmes que marcaram minha infância. Criança de apartamento, assistia muito a filmes na TV. Alguns são até hoje referências de séries. Tão ingênuos, os efeitos especiais. Qualquer criança hoje riria daquilo que nos deixava boquiabertos.


O malvado Dr. Smith aprontava todas. O vilão era o destaque numa família boazinha demais pra ser verdade. O robô era uma figura.


Este era digamos assim, mais sério. Um belo dia porém, comecei a me questionar: Se eles viajavam pelo mundo e pelo tempo, por que nunca mudavam de roupa? Ah! Versão brasileira, AIC São Paulo. Sempre!



Maxwell Smart era um contraponto aos demais agentes secretos. Era feio, atrapalhado e só no final as coisas se resolviam. Eu adorava os artefatos que ele usava, além do "Cone do Silêncio" que ele e o chefe usavam para conversas secretas.


Dentre os super heróis Marvel, eu gostava mais de Thor e do Príncipe Namor. Programa dos sábados à tarde.


Claro que o personagem mais interessante era a mãe de Samantha, Endora. O que ela fazia é que tornava o episódio mais ou menos interessante.



Eu assistia, mas não gostava muito. Não havia muita surpresa.

Lembranças, lembranças.

Um comentário:

  1. Olá Vânia,
    Estes seriados e desenhos também fizeram parte de minha infância/adolescência. Senti falta de Viagem ao Fundo do Mar, do Almirante Nelson, que me parecia uma versão mais modernosa de Vinte Mil Léguas Submarinas de Júlio Verne. Outro que gostava era Terra de Gigantes, que tinha um toque de As Viagens de Gulliver, de Swift. Abs

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